Estamos desejosos de fazer um creme. Preparamos todos os ingredientes e, cuidadosamente, seguimos as instruções do receituário. Vimos na TV os mestres da culinária prepará-lo e agora chegou a hora de provar se dá certo.Tudo em ordem, mãos à obra. Depois de seguir os pormenores colocamos tudo no fogo brando. Com uma espátula especial, mexe-se cuidadosamente o creme. As tacinhas já estão prontas para recebê-lo e a boca começa a salivar. Depois de alguns poucos minutos, começa-se a ver o fundo da panela. Alguma coisa não está dando certo, pois algo não parece dar levidade ao creme e pelotas encaroçadas começam a surgir. Ih! Parece que tudo encaroçou e não vai dar para saber se o gosto será o mesmo ou se se poderá comê-lo.Realmente, algo não previsto aconteceu. É como se dizia no passado: “O angu encaroçou...” e não será o mesmo.
Essa é uma analogia ao movimento evangélico iniciado no final do século XX e princípio do século XXI. Os “evangélicos” cresceriam no Brasil – de 5% para 15% e logo mais 25% , até chegarmos a ser maioria. Contando os praticantes, já somos maioria. Temos templos e campos em todas as partes do Brasil.
LEIA MAIS ( + )
“Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” Is 55.11
I.A ambiência religiosa contemporânea e o desafio que nos apresenta.
Neste período de tantas incertezas e aparecimento de novas tendências religiosas entre evangélicos, vale a pena fazermos uma avaliação sobre a eficácia transformadora da presença da Igreja Evangélica junto à geração atual.
Para isto, torna-se importante estarmos conscientes das possibilidades e desafios que a ambiência religiosa pós-moderna nos apresenta.
LEIA MAIS ( + )